La formación del profesional en Ciencias Económicas en Brasil

  • Dimas de Oliveira Estevam, DOE UNESC
Palabras clave: Economista; Ciencias Económicas; Formación Profesional; Cursos

Resumen

El presente artículo tiene por base la exposición del autor en la II Jornada Internacional de Prácticas Profesionales en Ciencias Económicas (JIPPCE), organizada por la Facultad de Ciencias Económicas de la Universidad Nacional de Entre Ríos (UNER), Paraná. La conferencia fue relativa a la formación del profesional en Economía en Brasil, cuya profesión fue reglamentada por la ley no 1.411/1951, la cual designa el ejercicio profesional de economista a bachilleres en Ciencias Económicas. Objetivamente, el artículo analiza aspectos generales de la trayectoria de la formación profesional del economista en Brasil. El procedimiento metodológico, en la pesquisa, se basó en fuentes bibliográficas y documentales, con la descripción de las informaciones recogidas. El resultado presenta mudanzas en la formación profesional del economista, en su trayectoria, con caída continua de la demanda y de cursos de Ciencias Económicas en el País.

Citas

Associação Nacional dos Cursos de Graduação em Ciências Econômicas -ANGE. Cadernos ANGE: Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Ciências Econômicas - Orientação Acadêmica 2010. [S.l.]: ANGE, 2010. 65 p. Disponível em: . Acesso em: 23 fev. 2019.
Assis, J. C.; Doria, F. O universo neoliberal em desencanto. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2011.
Brasil. Decreto nº 17.329, de 28 de maio de 1926. Aprova, o regulamento para os estabelecimentos de ensino technico commercial reconhecidos officialmente pelo Governo Federal. Diário Oficial da União. Rio de Janeiro, DF, 10 nov. 1926. Seção 1, p. 20261. Disponível em: < https://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/1920-1929/decreto-17329-28-maio-1926-514068-republicacao-88142-pe.html>. Acesso em: 23 fev. 2019.
Brasil. Lei nº 1.411, de 13 de agosto de 1951. Dispõe sobre a profissão de Economista. Diário Oficial da União. Brasília, DF, 18 ago. 1951. Seção 1, p. 12201. Disponível em: . Acesso em: 23 fev. 2019.
Brasil. Ministério da Educação. Resolução no 2, de 18 de junho de 2007. Dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial. Diário Oficial da União. Brasília, DF, 19 jun. 2007a. Seção I, p. 6. Disponível em: . Acesso em: 23 fev. 2019.
Brasil. Ministério da Educação. Resolução no 4, de 13 de julho de 2007. Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Ciências Econômicas, bacharelado, e dá outras providências. Diário Oficial da União. Brasília, DF, 14 jul. 2007b. Disponível em: . Acesso em: 23 fev. 2019.
Castro, N. J. O processo de profissionalização do economista no Brasil: Texto de Debate nº 15. Rio de Janeiro: UFRJ/FEA, 1991.
Castro, N. J. O economista: a história da profissão no Brasil. Rio de Janeiro: Cofecon/Corecon; São Paulo: Corecon, 2001.
Fanaya, G. Formação e Mercado de Trabalho do Economista. In: Encontro dos Cursos de Ciências Econômicas do RS, 30, 2007, Cruz Alta. Anais... Cruz Alta, RS: Corecon, 2007. Disponível em: . Acesso em: 23 fev. 2019.
França, V. A. M. A profissão de economista está condenada a desaparecer? Terraço Econômico. Publicado em 28 ago. 2017 [online]. Disponível em: . Acesso em: 23 fev. 2019.
Furtado, C. A formação do economista em país subdesenvolvido. Rio de Janeiro: Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, 1961. Disponível em: . Acesso em: 23 fev. 2019.
Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP. Censo da Educação Superior 2017. Disponível em: . Acesso em: 09 mar. 2019.
Pinto, H. E. M.; Oliveira, M. E. Recado aos jovens futuros economistas. Brasília: COFECON, 2010. Disponível em: < https://www.oeconomista.com.br/recado-aos-jovens-futuros-economistas-e-aos-que-desejam-estudar-economia-por-hugo-meza-pinto-e-marcus-eduardo-de-oliveira/> Acesso em: 18 mar. 2019.
Universidade do Extremo Sul Catarinense – UNESC. Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Ciências Econômicas da UNESC. Criciúma: Unesc, 2014.
Robinson, J. Filosofia econômica. Rio de Janeiro: Zahar, 1979.
Sanson, J. R.; Nicolau, J. A. Do ensino de técnicas comerciais ao ensino de Economia em Santa Catarina. Análise – Revista de Administração da PUCRS, [S.l.], v. 17, n. 2, p. 297-312, jan. 2007. ISSN 1980-6302. Disponível em: . Acesso em: 22 fev. 2019.
Sen, A. Sobre ética e economia. São Paulo: Companhia das Letras, 1999.
Silveira Jr, P. A. Por que os economistas estão invadindo as empresas de tecnologia? Terraço econômico. Publicado em 18 fev. 2019 [online]. Disponível em: . Acesso em: 22 fev. 2019.
Simonsen, M. H. O ensino de economia em nível de pós-graduação no Brasil. Revista brasileira de economia, Rio de Janeiro, v. 20, n. 4, p. 19-30, dez. 1966. ISSN bkabsp.000027122. Disponível em: < http://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/rbe/article/viewFile/1769/2785>. Acesso em: 11 mar. 2019.
Dimas de Oliveira E. A formação do profissional em Ciências Econômicas no Brasil. 37-55
Publicado
2019-07-12
Sección
Artículos